
Quando volto, refaço-me. Quando volto, sinos de vento me
recebem da sacada de uma varanda desconhecida. São eles que me reconhecem. Não há
julgamentos, não há fins
.
Eu ando escrevendo pouco, e caminhando sozinha muito. Deve estar
aí à resposta. Caminhar sozinha demais cansa. No entanto, caríssimo, é ora de reorganizar o
discurso, alinhar a postura, esquecer a doença.
É hora de voltar a escrever.
Andressa Virgínia
São espinhados esses traçados curvos a que nos levam nossos passos. E é bem frio e sem abraços nos caminhos. Então é o bruto e o verbo honesto e duro que sustentam os corpos em pé e mantém suspensos os sussurros almáticos que pairam sobre os sinos
ResponderExcluirOlá Nath! De fato, há muito do que se dizer nesses novos caminhos... Mas sinto que se estou andando por novas paragens, hei de contar, novas historias! Seja bem vinda!
Excluir